Frases do Dia |
quarta, 8 fevereiro de 2012 |
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Uma loira e um advogado estão sentados lado a lado num voo de São Paulo para Belém.
O advogado pergunta a loira se ela no quer participar de um joguinho interessante.
A loira, muito cansada, diz que só quer dar um cochilo, agradece educadamente e se vira para a janela na intenção de tirar uma soneca.
O advogado insiste e diz que o joguinho é fácil e muito divertido.
Ele explica:
- Eu faço uma pergunta e, se você não souber a resposta, me paga R$ 5,00 e vice-versa.
Novamente ela declina a cabeça e tenta dormir um pouquinho.
Mas, o chato insiste:
- OK…se você não souber a resposta me paga R$ 5,00 e se eu não souber a resposta, te pago R$ 5.000,00.
Isso chamou a atenção da loira, que, pensando que esse tormento não terminaria enquanto ela não participasse da brincadeira, decidiu concordar.
O advogado fez a 1a pergunta:
- Qual a distância exata entre a terra e a lua?
A loira não disse uma palavra, abriu a bolsa, pegou uma nota de R$ 5,00 e entregou ao advogado.
- Ok… a sua vez – disse ele, sorridente.
A loira então pergunta:
- O que que sobe a montanha com 3 pernas e desce com 4 pernas?
O advogado, desconcertado, pega o seu laptop e pesquisa todas as referências sem obter nenhuma resposta.
Pega o telefone do avião (airphone) e conecta em seu modem, procura em todos os bancos de dados e bibliotecas possíveis, sem obter nenhuma resposta. Frustrado, manda e-mail para todos os seus amigos e colegas de trabalho/profissão, sem nenhum sucesso. Após uma hora de pesquisa, ele pega R$ 5.000,00 e entrega a loira que agradece e se vira para o lado para uma soneca. O advogado, muito mal-humorado, cutuca a loira e pergunta:
- Muito bem, O que que sobe a montanha com 3 pernas e desce com 4 pernas?
Sem dizer uma palavra, a loira abre a bolsa, entrega R$ 5,00 ao advogado e volta a dormir.
Essa loira o orgulho da comunidade feminina!!!
online poker newsO marido, ao chegar em casa, no final da noite, diz à mulher que já estava deitada:
- Querida, eu quero amá-la.
A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada, responde:
- A mala… ah não sei onde está, não! Use a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.
- Não é isso querida, hoje vou amar-te.
- Por mim, você pode ir até Júpiter, Saturno e até à merda, desde que me deixe dormir em paz…
детско обзавежданеUm professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca repetiu um só aluno antes, mas tinha, uma vez, repetido uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ”justo”. O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas em testes.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto seriam “justas.” Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém repetiria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um A…
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam Bs. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média dos testes foi D.
Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um F.
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram… Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
“Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.”
Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim. Já o Raul, nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena – que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de “paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino”. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo. Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena?
O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema?Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o vice presidente de Recursos Humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável: ele ENTENDIA DE GENTE. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”. Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e, todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência dele.
“Há grandes homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes”.